Enfermagem_Nutrição

Enfermagem_Nutrição

Dicas de nutrição. Como realizar uma alimentação saudável, problemas que advêm de uma alimentação desiquilibrada e incorrecta, assim muitas curiosidades e mitos da alimentação...

quarta-feira, julho 19, 2006

Sumo de romã ajuda a combater cancro da próstata

O consumo de sumo de romã pode ser um meio de combater o Cancro da Próstata e reduzir as células da doença, afirma um estudo publicado na revista "Clinical Cancer Research".
Investigadores do Centro Oncológico da University of Califórnia, em Los Angels, EUA, indicam que o sumo da romã diminui a proliferação das células do Cancro da Próstata e leva à morte das mesmas. Ao mesmo tempo, após uma intervenção cirúrgica, o sumo ajuda a reduzir o antigénio (substância que estimula a formação de anticorpos) específico da próstata.
Quanto mais rapidamente aumentam os níveis desse antigénio no sangue de homem após o tratamento maior é a possibilidade que o paciente morra com Cancro da Próstata. Segundo o médico Allan Pantuck, professor do Departamento de Urologia da University of Califórnia e autor do estudo, a velocidade de aumento de antigénio reduz-se em 35% nos doentes que consumiram sumo de romã.

O chá previne a formação de cálculos biliares

Um estudo publicado pelo International Journal of Cancer revela que o chá reduz o risco de cálculos biliares e de cancro, sobretudo em mulheres. O chá verde é referido pela autora do estudo, Ann W.Hsing, como o mais eficaz neste tipo de prevenção.
No estudo foram observados os casos de 627 doentes com cancro nos canais biliares e 1.037 com cálculos biliares, sendo comparados a 959 sem historial clínico neste domínio. Destes últimos, 40% eram consumidores de chá. Esta categoria incluiu todos quantos bebiam pelo menos uma chávena por dia durante seis meses.
Os resultados revelaram que os efeitos do chá eram mais marcantes no caso das mulheres. Em 27% o risco de cálculos biliares desapareceu e em 44% ficou afastada a hipótese de cancro na vesícula. A investigadora admite que certos químicos no chá tenham uma acção anti-inflamatória, impedindo por isso o crescimento anormal das células.

sexta-feira, março 31, 2006

Comer para manter um coração saudável


Comer pelo menos 5 peças por dia de frutos e legumes frescos, é uma das regras básicas para manter o seu coração a “palpitar”.


* Aumente a ingestão de frutos e legumes frescos, que são ricos em vitaminas e minerais antioxidantes. Procure comer pelo menos cinco porções por dia.
* Baseie a sua dieta em hidratos de carbono amiláceos, como os cereais, e legumes amiláceos, como a batata-doce e abóbora. Estes alimentos são uma boa fonte de fibras.
* Corte nas proteínas animais e coma mais proteínas de origem vegetal. Procure não comer mais que duas porções de proteínas magras por dia.
* Reduza a ingestão de carne vermelha e de produtos animais ricos em gordura, como o queijo, e aumente a ingestão de alimentos com gorduras saudáveis, como o peixe gordo, sementes, óleos de sementes e frutos secos.
* Guarde os alimentos gordos e açucarados, como as tartes, pastéis, bolos e biscoitos, para ocasiões especiais.
* Em vez de fritar, assar ou guisar em molhos suculentos com natas, grelhe, cozinhe a vapor, asse e salteie, utilizando uma pequena quantidade de óleo.
* Para aumentar o sabor dos legumes, utilize ervas aromáticas em vez de manteiga * Em vez de utilizar açúcar, adoce os pratos com sumo de maçã ou peras em puré; adicione condimentos como a canela para dar um gosto doce.
* Compre queijos, iogurte e lacticínios magros.
* Reduza o sal. Para aumentar o sabor, utilize ervas aromáticas, condimentos, alho, cebolas, sumos de citrinos e vinagre.

sábado, março 11, 2006

Ervas para crianças

As plantas podem resolver a grande maioria das doenças das crianças e evitar o recurso aos antibióticos, que acabam por debilitar o sistema imunológico, ficando a criança menos protegida para as fases seguintes da vida.
Gengibre – constipações, enjoo em viajem, perturbações digestivas - comer em biscoito, cristalizado ou infusão.
Alcaçuz – prisão de ventre, astenia (fraqueza) - tem um gosto adocicado, pelo que é, normalmente, do gosto das crianças. Dar 10 gotas de extracto 3 vezes por dia ou ½ chávena de infusão 2 vezes por dia.
Sésamo e alfazema – problemas emocionais - deitar 4 gotas de óleo de alfazema em 10 ml de óleo de sésamo e massajar suavemente os ombros e o abdómen.
Tomilho e árvore-do-chá – lêndeas - juntar 5 ml de óleo de árvore-do-chá com 5 ml de óleo de tomilho. Adicionar a 250 ml de champô e lavar a cabeça 3 vezes por semana até desaparecerem os indesejáveis parasitas.
Maravilhas e hipericão – esfoladelas - lavar as esfoladelas de dentro para fora com uma mistura de 5 ml de tintura de maravilhas em meio litro de água fervida. Pôr pomada de maravilhas ou hipericão nos golpes e tapar com uma compressa.

sexta-feira, março 10, 2006

As vantagens dos Pimentos

Todos os pimentos, vermelhos, verdes, amarelos ou cor de laranja , são ricos em vitaminas e minerais essenciais. São antioxidantes poderosos e altamente energéticos. Por isso os pimentos apresentam muitas vantagens, que estarão descritas a seguir.
Vitaminas A, C e E
Os pimentos contêm elevados níveis de vitaminas antioxidantes: vitamina C, betacaroteno (sobretudo os pimentos vermelhos), que o organismo converte em vitamina A, e vitamina E, além de zinco, um dos minerais antioxidantes. Por isso, ocupam um lugar elevado na tabela dos alimentos mais nutritivos. Os pimentos são particularmente importantes para o sistema imunitário, que ao combater a acção degenerativa dos radicais livres, protegem contra o risco de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e muitas formas de cancro.
Energia e stress
Por serem ricos em vitamina C, necessária à produção de energia, os pimentos devem estar frequentemente presentes na nossa alimentação. A carência de vitamina C pode manifestar-se de diversas formas: enfraquecimento do sistema imunitário, que nos torna mais susceptíveis a gripes e constipações; cansaço e insónia; hemorragias das gengivas, úlceras da boca e maior dificuldade de cicatrização das feridas. Como o corpo não armazena esta vitamina, torna-se necessário ingeri-la regularmente para manter os seus níveis estáveis. Os fumadores precisam de quantidades adicionais de vitamina C, já que o tabaco reduz os seus níveis. Esta vitamina é útil no combate ao stress. Este pode ter origem nas tensões do dia-a-dia e na resposta emocional que a elas se dá, ou na tensão a que o corpo é sujeito devido a alimentação deficiente, vida sedentária e muitos outros factores. Como o stress fragiliza o sistema imunitário, os antioxidantes contidos nos pimentos ajudam a recuperar o equilíbrio. Por outro lado, as glândulas supra-renais, obrigadas a um esforço suplementar devido ao stress, precisam de muita vitamina C, que existe em grande quantidade nos pimentos.Os pimentos contêm ainda magnésio, mineral fundamental para o funcionamento das supra-renais.
Estimular a saúde
Os pimentos têm um efeito estimulante e revigorante sobre o organismo. Estimulam a digestão, sobretudo se ingeridos crus ou em sumo, e previnem a obstipação. Favorecem também a circulação sanguínea, aumentam a capacidade de convalescença e fazem bem à pele.

Gastrite


A gastrite é uma doença inflamatória que se caracteriza por acometimento da camada de tecido mais superficial que reveste o estômago, chamada de mucosa gástrica. Essa inflamação desenvolve-se como uma resposta normal do organismo quando ocorre uma agressão à sua integridade. Entretanto, essa resposta normal pode levar ao desenvolvimento de sinais e sintomas característicos dessa doença. A agressão que desencadeia o processo pode ser aguda ou crónica e, de acordo com seus tipos, podemos classificar as diversas formas de gastrite.
A gastrite pode ser causada por diversos factores, como por exemplo: Helicobacter pylori, aspirina, álcool e entre outros.
A gastrite pode ser completamente assintomática, principalmente nos casos crónicos. Na fase aguda, os sintomas são mais proeminentes.

A seguir estarão algumas orientações para evitar a gastrite:
-Comer em pequenas quantidades e várias vezes ao dia, evitando ficar sem alimentação por mais de 3 horas seguidas;
-Alimentar-se com calma, mastigando bem os alimentos, o que facilita o esvaziamento gástrico e a digestão;
-Evitar os famosos "fast-foods".Consumir bebidas alcoólicas com moderação, se possível evitar o consumo.
-Não há motivo para restrição dietética, mas se possível devem-se evitar ou reduzir a ingestão de alimentos muito gordurosos, frituras, doces concentrados, comidas muito condimentadas. Preferir refeições mais leves, de modo a facilitar a digestão;
-O consumo de café e outras bebidas que contém cafeína não é contra-indicado se o paciente tolera bem essas bebidas;
-Outra questão importante é o cuidado com a higiene pessoal e dos alimentos, para reduzir a transmissão de agentes infecciosos.

Uma alimentação rica em Fibras


As fibras são componentes extremamente necessários à nossa alimentação diária. Mantém o nosso sistema digestivo em funcionamento, retardam a absorção de açúcares, reduzem o risco de doenças do coração e diabetes e ainda ajudam a controlar o colesterol.
Sem grandes mudanças nos hábitos alimentares pode-se aumentar bastante a ingestão de fibras na dieta diária, proporcionando um melhor estado geral de funcionamento do organismo, especialmente do intestino. Para adultos é recomendável a ingestão de pelo menos 20 a 35g de fibras diariamente.

Algumas dicas para aumentar o seu consumo sem grandes esforços:

-Escolha comer a fruta inteira, ela contém muita fibra e é melhor do que tomar apenas o sumo;
-Quando beber sumo de frutas ou vitaminas, não coe;
-Como maçã, goiaba, ameixa, pêssego e pêra sempre com casca, pois é na casca e nas sementes que se concentram as fibras;
-Troque o arroz branco pelo integral ou selvagem;
-Lave bem as batatas, cenouras e sempre que possível como-as com casca. Muitos nutrientes são desperdiçados com a retirada desta;
-Coma pães integrais, de preferência com grãos inteiros;
-Independente das saladas consumidas, procure adicionar mais vegetais (de preferência os de cor verde mais escuro) a ensopados, refogados e sopas;
-Comer feijão, ervilha ou lentilha pelo menos 3 vezes por semana.

A Alimentação e a Enxaqueca

A Enxaqueca é um problema muito comum. Além de dor de cabeça forte, a pessoa com enxaqueca pode ter uma série de outros sintomas, como náuseas, vómitos, tonturas, visão embaçada, etc. Diversos alimentos podem provocar enxaqueca. Devem ser evitados os seguintes alimentos para quem sofre com esse mal:
-Queijos (excepto queijo fresco);
-Chocolate;
-Café em excesso;
-Qualquer tipo de álcool;
-Qualquer alimento fermentado;
-Alimentos contendo glutamato monossódico (que serve para enriquecer o sabor);frutas cítricas;
-Salsicha e comida em conserva.

O café, em particular, costuma ser consumido em quantidades excessivas, agravando os sintomas de dor de cabeça, assim como os de pressão arterial alta para os que dela sofrem. Procure restringir o café para o limite máximo de duas chávenas por dia.
Tão importante quanto evitar o alimento errado, é não deixar de alimentar-se. Ficar muito tempo sem se alimentar leva a uma baixa do açúcar no sangue (hipoglicemia), para a qual as pessoas que sofrem de enxaqueca são muito sensíveis. Coma 3 refeições bem equilibradas todos os dias. Nunca deixe a fome chegar. Evite “avançar” refeições.
Essas dicas não acabam de vez com a enxaqueca, mas pelo menos podem tornar as crises menos frequentes. A enxaqueca é um erro bioquímico do funcionamento do cérebro, levando a uma predisposição à dor de cabeça mediante uma enorme diversidade de estímulos, um deles é a alimentação. Porém, já há tratamento clínico preventivo, que impede o aparecimento das dores de cabeça, evitando que a pessoa tome analgésicos em excesso, ou esse ou aquele alimento.

Dicas para evitar a Celulite



Não restam mais dúvidas que a saúde, a beleza e o bem-estar estejam directamente ligados com o que colocamos no prato. Alimentos que auxiliam na redução da celulite, já que o acumulo de toxinas são um dos grandes responsáveis por ela. A seguir, estarão algumas sugestões para a prevenção da celulite:

-A alta ingestão de água, aproximadamente 2 litros por dia, impede a retenção de líquidos na gordura localizada;
-Evite alimentos ou preparações gordurosas, como feijoada, pizas, molhos gordurosos, queijos gordos, pães e bolachas recheados, chantilly, biscoitos amanteigados, gelados;
-Evite colocar muito óleo durante a preparação dos alimentos;
-Consuma alimentos isentos de açúcar refinado, ou seja pão integral, arroz integral, batatas e frutas;
-Devem ser consumidos alimentos de fontes magras de proteína, como clara de ovo, aves, peixes e carnes vermelhas magras;
-Alimentos integrais são boas fontes de fibras e ajudam a diminuir a absorção das gorduras, além de contribuir para a regulação dos intestinos;
-Prefira alimentos que não contêm sal na sua formulação, margarina sem sal, vegetais em geral, temperos naturais pois o sal ajuda a reter líquidos no seu organismo e consequentemente na gordura localizada;
-Não adicione muito sal durante a preparação dos alimentos ou quando prontos;
-Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas, pois estes somente fornecem calorias não possuindo nenhum valor nutritivo, prefira sumos naturais ou água;
-Faça exercício físico do tipo aeróbico para favorecer a queima de gorduras, como caminhadas, bicicleta, natação, etc.

Comer para vencer a falta de apetite

O excesso de apetite pode ser um problema, mas a falta dele igualmente. Para combater esta segunda situação, deve optar por uma alimentação rica em:
POTÁSSIO:
Bananas, batatas, fruta seca, abacates, frutos secos, sementes e leguminosas são alimentos ricos neste mineral.
MAGNÉSIO:
Cereais integrais, frutos secos, leguminosas, figos secos e legumes verdes são ricos em magnésio e podem contribuir para abrir o apetite.
VITAMINAS B e C:
Coma fruta, legumes, cereais integrais, frutos secos, leguminosas, carne de vaca, peixe, ovos e lacticínios para repor os níveis destas vitaminas.
PEVIDES DE ABÓBORA.
As pevides (na imagem) são uma boa fonte de zinco, cuja carência costuma provocar perda de apetite. Carne vermelha magra e caranguejo ou outro marisco têm elevados níveis de zinco, tal como as sardinhas, a caça, a criação, o arroz, as leguminosas e os frutos secos.

Mudança de Atitude


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Salsa auxilia no final do parto

A salsa (Petroselinum crispum) é uma erva medicinal cultivada por todo o país. É usada pelo seu sabor aromático, conferindo personalidade a inúmeros petiscos.
No entanto, deve-se ter em conta que a salsa incorpora uma substância de nome apiol que propicia a estimulação uterina. Devido a tal capacidade, deve-se dosear o seu consumo durante a gravidez. Pode-se utilizar em pequenas quantidades culinárias, mas não em doses terapêuticas. O seu uso deve ser guardado para a altura do parto. Quando chegar a hora de dar à luz já pode recorrer à salsa como um auxílio nas contracções.
De facto, em alguns casos utiliza-se o princípio estimulante uterino da salsa para induzir o aborto, quando necessário. Nalguns países como a Rússia são utilizados durante o parto, a fim de estimular as contracções uterinas, produtos cujo ingrediente principal é o sumo de salsa.

Dieta de Recuperação


Poucos são os que dão importância à alimentação depois das competições ou treinos intensos. A dieta de recuperação é tão importante como a dieta de treino. Não tem qualquer lógica fazermos dieta para uma competição, para depois deitar tudo a perder.
Durante uma competição ou um treino intenso o organismo gasta muito das suas reservas de carburantes energéticos. As reservas orgânicas de glicogénio, gorduras, vitaminas e sais minerais esgotadas após uma competição são exemplo disso. Por outro lado, durante a competição acumulam-se no organismo muitas substâncias tóxicas resultantes do metabolismo.
Por isto tudo, devemos aumentar o aporte de água no organismo, estimulando a produção de urina e aumentando a excreção das substâncias tóxicas. A água deverá ser alcalina (ph menor ou igual a 7), pois águas ácidas (ph superior a 7), são contraproducentes. Os produtos tóxicos são ácidos (como o ácido láctico) e, assim, deveremos ingerir bebidas e alimentos alcalinos para os neutralizar, evitando a ocorrência de acidose no nosso organismo. O leite, de preferência magro ou meio gordo, é uma bebida alcalina ideal para uso na fase de recuperação.
A dieta nas primeiras 24 horas após a competição e principalmente na primeira refeição pós-competitiva deverá ser hipocalórica e hipoproteica. Geralmente há uma diminuição espontânea da fome e do apetite devido à existência de substâncias tóxicas ainda não libertadas. A primeira refeição após a competição não deverá conter proteínas e as seguintes deverão ser hipoproteicas. Não será nem a carne nem o peixe que nos ajudarão a recuperar, muito pelo contrário, pois são alimentos difíceis de digerir e pobres em glúcidos, que foram os nutrientes mais gastos durante o esforço físico. Quantas vezes não ficamos indispostos após uma refeição essencialmente proteica, ingerida durante a fase de recuperação de uma competição!!! Assim, para que isso possa ser evitado, é aconselhável que as refeições sejam essencialmente constituídas por glúcidos, já que o principal objectivo é o de se refazerem as reservas de glicogénio hepático e muscular e as reservas de triglicéridos. Os alimentos vegetais são muito ricos em glúcidos para além de serem alcalinizantes, pelo que são ideais para usar na fase de recuperação.
Não devemos ingerir bebidas alcoólicas após as competições. O álcool, devido às suas propriedades diuréticas, facilita, por um lado, a excreção das substâncias tóxicas, o que é benéfico, mas, por outro lado, aumenta a perda de líquidos num organismo muito desidratado, o que é maléfico. Assim, se quisermos beber cerveja após uma competição, deveremos, depois ingerir grandes quantidades de água para evitarmos a desidratação.
Se a competição foi disputada em más condições de arrefecimento, com elevada perda de sais minerais pela sudação, deveremos exagerar um pouco o uso de sal na comida para aumentar o aporte de sódio e cloro na dieta. Deveremos igualmente beber sumos de tomate ou laranja, ou comer ananás ou bananas, muito ricos em potássio. Uma boa água mineral alcalina poderá também ajudar a atingirmos estes objectivos.
Para além destes cuidados alimentares, é preciso não esquecer que existem outros que ajudam na recuperação do atleta:
Nas 24 horas que se seguem á realização de um esforço intenso o atleta deve fazer um treino ligeiro, pois este activa a circulação sanguínea muscular facilitando a eliminação dos produtos tóxicos do metabolismo. A paragem total da actividade física após a competição é maléfica, assim como a realização de treino intenso, pois retardam os mecanismos orgânicos de recuperação.
O atleta poderá fazer um banho de imersão em água quente (38º-41ºC) durante cerca de cinco minutos. O objectivo é a activação da circulação sanguínea muscular através de uma vasodilatação causada pelo calor.
O atleta deverá executar exercícios de estiramento e relaxamento musculares após a competição, fazendo com que as fibras musculares readquiram as suas propriedades habituais.

Cólicas nos bebés

As cólicas são contracções da parede dos intestinos que causam dores espasmódicas no abdómen. Um indício de que o bebé está com dores devido a cólicas é a presença de gases.
Podem ocorrer em qualquer idade, mas têm maior incidência durante os primeiros 3 meses, sobretudo após a refeição da noite.
Prepare um chazinho (infusão) natural de Erva-Doce (Pimpinella anisum) ou Funcho (Foeniculum vulgare). Para isso:
  • Ferva uma chávena de chá de água.
  • Apague o lume e adicione uma colher de chá de sementes de uma destas plantas para 1 chávena de chá.
  • Dê até 2 chávenas de chá por dia.

Dosagem:

  • Para crianças com menos de 6 meses, as infusões podem ser tomadas pelas mães que amamentam.
  • Crianças 6-12 meses – 1/3 de dose
  • Crianças 7–12 anos – 1 ½ doses

Aveia reduz o Colesterol


Quando alguém procura ajuda para compor uma dieta equilibrada, torna-se inevitável a indicação do consumo de cereais. Entre tantos, um que merece grande destaque é a aveia, um alimento de alta qualidade nutricional, rico em fibras solúveis e, que, por esse motivo, auxilia no bom funcionamento do intestino. Mas quem pensa que essa é a única função desse cereal está muito enganado. Um estudo recente mostra que uma alimentação suplementada com aveia garante uma diminuição no nível de colesterol e, por consequência, protege contra doenças cardiovasculares.
Esse efeito benéfico do cereal acontece porque a aveia atrapalha fisicamente a absorção de diferentes tipos de gordura no intestino e, por isso, impede sua transformação em colesterol.
O consumo de cerca de 75g de aveia por dia para o bom funcionamento do organismo. A aveia pode ser consumida em flocos, farelos, mingau ou associado com outro alimento, com excepção de frituras.
O efeito benéfico com relação à redução de colesterol varia de pessoa para pessoa. Mas, 70% daqueles que ingerem aveia têm mais chances de conseguir tal diminuição.
Este cereal não resolve por completo o problema do colesterol alto. A aveia é apenas um coadjuvante que auxilia nessa diminuição de colesterol. Associar uma boa nutrição, exercícios físicos, controlo de stress com abandono de vícios nocivos é essencial para o controle do problema.
Confira agora uma dica de alimentação incluindo o cereal: banana no forno com canela em pó, mel e aveia em flocos. Nesse prato, a aveia ajuda a liberar lentamente o açúcar da fruta e do mel. Assim garante disposição para você fazer as suas actividades por um bom tempo.

Sumo de batata

A batata tonifica o baço e o pâncreas. Harmoniza o estômago, lubrifica os intestinos, fortalece os rins e contém hidratos de carbono que já se encontram sob a forma de açúcares.
Este sabor doce favorece o baço e o pâncreas, principalmente, naqueles indivíduos que não mastigam outros hidratos de carbono suficientemente bem para extraírem os açúcares.
A batata neutraliza os ácidos do organismo, o que ajuda a eliminar a artrite e reumatismo.
O seu alto conteúdo em potássio é benéfico para quem use demasiado sal e alimentos muito ricos em sódio, incluindo a carne.
Também reduz qualquer inflamação. O seu sumo pode ser também aplicado externamente para tratar feridas.O sumo fresco é considerado ter propriedades antibióticas. Auxilia, igualmente, a flora intestinal e é uma fonte rica em vitamina C, enzimas e minerais. Deve ser consumida de origem biológica.

Os benefícios do kiwi

Esta fruta exótica, com uma estranha aparência que não agrada muitas pessoas, depois de ser saboreado, com seu gosto levemente azedo, o kiwi vai ganhando seu espaço na preferência de muitos.
Pesquisa realizada nos Estados Unidos pela FDA (Food andy Druy Administration - US) comprovaram que o kiwi é uma óptima fonte de Vitamina C, E, B6, niacina, potássio, magnésio, cobre, fosfato e fibras dietéticas, possui gordura e nenhum teor de colesterol. Tem efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes, anticancerígenos e laxativos.
A perfeita combinação das vitaminas A e E pode diminuir o risco de doenças cancerígenas, artério-coronarianas e melhora o sistema imunológico. A vitamina B6, A e a niacina são encontradas em quantidades menores que as outras, porém, estas agem atenuando às rugas da pele. Alguns dos elementos minerais que o compõe, o cálcio, magnésio, ferro e especialmente o potássio, contribuem para equilibrar a tensão arterial, que aumentam as defesas do organismo na prevenção das gripes e resfriados, além das quantidades razoáveis de fibras solúveis, que auxiliam a diminuição dos níveis de colesterol no sangue.

Aloé

Esta planta trata distensão abdominal, obstipação crónica, rosto vermelho, dores de cabeça, amenorreia, falta de apetite e digestão lenta. Elimina parasitas intestinais, trata infecções fúngicas, tumores, queimaduras. Promove o peristaltismo e elimina calor.
Em que situações deve ser utilizado:
  • estagnação de qi (energia) dos intestinos;
  • fogo do fígado;
  • estagnação de qi do útero;
  • estagnação de qi do estômago;
  • estagnação de qi do fígado.

Em caso de hemorróidas, hemorragias uterinas, sangramento fora do ciclo menstrual (estagnação de sangue do útero e calor no sangue), vazio de qi do estômago ou vazio de qi do baço-pâncreas, esta planta não é aconselhada.

Alface

A alface é uma planta herbácea comestível, da família das Compostas. É originária da Ásia e é conhecida pelo homem há milénios. Por volta do ano 500 a.C., já várias civilizações consumiam alface. O termo "alfacinha", diminutivo de alface, foi muito usado no Brasil-Colónia para designar, muitas vezes de forma pejorativa, os portugueses nascidos em Lisboa. Cristovão Colombo levou a alface para a América em 1493.
A alface é anódina (acalma as dores), anti-espasmódica, expectorante, sedativa, anti-reumática, anti-ácida, antioxidante, calmante, diurética, eupéptica, laxante e rejuvenescedora.
Para estimular o apetite, prepara o organismo para a ingestão de alimentos mais pesados. Indicada para pessoas tensas, agitadasou que sofrem de insónia, pois age contra a agitação nervosa e palpitações. Usada ainda contra hipocondria, reumatismo e conjuntivite.
O sumo de alface é usado como substituto do ópio em alguns procedimentos terapêuticos contra a dor. Ajuda ainda a prevenir doenças degenerativas como o cancro e arteriosclerose.

Excesso de açúcar na alimentação

Uma lata de refrigerante pode conter o equivalente a cinco pacotes de açúcar, detectou a Deco num estudo que incluiu 110 alimentos, muitos deles com excesso de açúcar e alguns sem indicar a respectiva quantidade no rótulo. O estudo da associação de consumidores, divulgado na última edição da revista Teste Saúde, salienta que os valores-limite das doses diárias de açúcar recomendados pela Organização Mundial de Saúde variam entre os 50 (crianças e idosos) e os 75 gramas (adolescentes), ou seja, entre cinco e 7,5 pacotes de açúcar. A Deco salienta que é fácil ultrapassar os limites recomendados: basta comer cereais de chocolate ao pequeno-almoço, algumas bolachas durante a manhã, acompanhar o almoço com um refrigerante e lanchar um leite chocolatado com gelado de morango para atingir 90 gramas.

Forma do atlta se apresentar à partida de uma prova, com boas reservas de glicogénio muscular

Como o próprio tema nos indica, trata-se de provas a partir dos 20 kms. Em todos os esforços de longa duração é muito importante que à partida os músculos estejam carregados de glicogénio.
A quantidade de glicogénio nos músculos depende de três factores:
A alimentação que o atleta fez nos dias antecedentes à prova.
O tipo de treino que o atleta fez nos dias antecedentes à prova.
O tipo de treino que o atleta desenvolveu nos anos antecedentes.
Desde os anos sessenta que são dados conselhos sobre a dieta a seguir pelos atletas, de modo a haver uma máxima concentração de glicogénio nos músculos: seis dias de dieta especial, os três primeiros dias de dieta hipoglucídica e os três últimos de dieta hiperglucídica. Os três dias de dieta hipoglucída, não poderiam conter qualquer tipo de açúcar ou amido, eram dias bastante duros para os atletas que a faziam, não se deveriam comer massas, arroz, pão, batatas, marmelada, fruta, açúcar etc...
Pessoalmente, utilizei este tipo de dieta em 14 das 19 maratonas que corri, mas de um modo ainda mais apertado, pois começava a dieta logo no domingo de manhã a seguir ao treino longo e executava a dieta até ao mínimo pormenor. Até quarta feira ( 4 dias de hipoglucídica ) sentia um pouco de cansaço, mas nada de anormal, até sábado ( 3 dias de hiperglucídica ) completa recuperação a nível de energia e força e lá estava no domingo de manhã com as reservas de glicogénio no máximo.
Posso afirmar por experiência própria que este tipo de dieta foi muito proveitosa a partir dos 30 kms e que tirei muitos benefícios dela, que o digam as dezenas de atletas que eu passava dos 30 aos 42 kms.
Não é conveniente experimentar este tipo de dieta pela primeira vez numa competição importante, pois o organismo pode não reagir da melhor maneira e adeus competição. Aconselho a quarta semana de uma planificação de oito semanas para a maratona.
Em estudos posteriores, concluiu-se que num atleta bem treinado, não eram necessários tantos dias de dieta. Aquando das primeiras investigações, mesmo para os atletas de nível superior, a concentração de glicogénio nos músculos era na ordem 1,5/2 gr. por cada 100 gr. de músculo. Hoje em dia, verifica-se que nos atletas bem treinados, principalmente nos maratonistas, a concentração normal de glicogénio nos músculos anda à volta de 3,5 gr. por 100 gr. de músculo. Este estudo permite concluir que podemos obter níveis de glicogénio elevados, exigíveis para a realização de uma prova de longa duração, apenas em três dias de dieta hiperglucídica, eventualmente com um único dia de dieta hipoglucídica, a anteceder estes três dias, o que é uma grande vantagem quer do ponto de vista prático quer psicológico para o atleta.
Uma das grandes desvantagens deste tipo de dieta reflecte-se sobretudo no sistema nervoso, uma vez que três dias de dieta hipoglucídica provocam uma baixa concentração de glucose no sangue, que por sua vez tem efeitos prejudiciais no sistema nervoso do atleta. Acontecia frequentemente que após essa dieta alguns atletas entravam em depressão, o que tornava muito difícil os treinos nesses três dias porque os mesmos viam-se obrigados a fazer um esforço excessivo relativamente à sua concentração de açúcar no sangue.

Nozes e Chocolate


As Nozes são um concentrado de nutrientes. Ajudam a combater o stress, protegendo o organismo dos seus efeitos negativos.
Se costuma evitar as nozes por terem muita gordura, lembre-se de que esta é poliinsaturada, a sua forma mais saudável. As nozes reduzem os níveis de colesterol, o que ajuda a proteger o organismo das doenças cardiovasculares. As suas gorduras poliinsaturadas fornecem os ácidos gordos essenciais que o corpo não consegue produzir e que têm uma função específica na coagulação do sangue. As nozes de conserva em vinagre (em pickles) são ricas em vitamina C, que ajuda também a reduzir o stress.

Chocolate
Do ponto de vista da nutrição, o chocolate contém alguma proteína, quantidades variáveis de açúcar e certos minerais. O chocolate preto, por exemplo, é uma fonte útil de ferro e magnésio, e todas as variedades contêm potássio, além de compostos que são estimulantes suaves que podem provocar enxaquecas em pessoas susceptíveis. Por ser rico em gordura, cerca de 30% do seu peso, o chocolate tem um alto teor calórico, aproximadamente 500 calorias por 100 g.

7 - Comem-se poucos alimentos frescos


Todos sabemos o valor biológico e nutritivo dos alimentos comidos frescos.
Com a evolução da humanidade, e a uma vida diária cada vez mais ocupada a que somos obrigados, os produtos enlatados e congelados fazem parte da nossa alimentação, não nos dando por vezes qualquer valor alimentar.
Optar pela fruta, legumes, cereais, será o caminho mais correcto.
É um grande erro, acreditar que um lanche ou um pequeno-almoço rico e abundante, capaz de encher o estômago, constitui factor fundamental para qualquer atleta ficar apto a melhorar o seu rendimento desportivo.

A canela ajuda a aliviar a dor de estômago

Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, a dor de estômago deve-se a hábitos de alimentação descuidados, infelicidade, yang fraco ou demasiado frio.
Aproveitamos para lhe indicar algumas regras para evitar estas armadilhas:
Não coma sempre os mesmos alimentos. Varie a sua alimentação a cada refeição.
Evite excessos. Coma pouca comida com especiarias, vinagrentas, fritas, salgadas e açucaradas.
Nunca coma grandes quantidades numa só refeição. Deve-se levantar da mesa a sentir apenas 2/3 do estômago cheio.
Empanturrar-se conduz a uma sobrecarga no sistema digestivo, absorção deficiente dos nutrientes, qi fraco e doença. Três refeições ligeiras por dia são o ideal. No entanto, se fizer muita actividade física e precisar de mais calorias, pequenos lanches ao longo do dia é melhor do que uma ou duas refeições abundantes.
Não abuse das bebidas em vez de comida sólida. Se conseguir fazê-lo confortavelmente, não beba durante as refeições. A ingestão de líquidos dilui os sucos gástricos e prejudica a digestão. Tome a sua bebida antes ou depois das refeições.
Quando está com dores no estômago, evite ingerir picantes, alho, vinagre, vinho ou álcool, chá ou café fortes, bananas, papaia e couve.
E tome uma infusão de canela. Leve o equivalente a uma chávena de água (250 ml) a ferver numa panela pequena. Verta de seguida a água quente para a chávena. Dissolva 5 gramas de pó de canela na água. Deixe repousar durante 10 minutos. Beba morno, sempre que lhe apetecer.

6 - Come-se proteínas de origem animal e mat´rias gordas em excesso


A albumina, ou seja, as proteínas e os seus ácidos aminados, constituem uma necessidade para o corpo humano, mas em nenhum caso as proteínas deverão ser exclusivamente de origem animal.
Dos 26 ácidos aminados que constituem a albumina animal, o homem apenas utiliza 11. Os outros, são fabricados através de processos próprios da condição humana. A quantidade necessária para as suas actividades diárias é de 30 a 40 gramas e pode obtê-las a partir das proteínas das plantas e ocasionalmente as contidas no leite, no queijo e outros produtos derivados do leite.
Todo o excesso da quantidade anterior indicada, irá provocar uma obstrução da circulação vascular e sobrecarregar o fígado, acarretando, igualmente, uma inútil hipertermia do organismo, para já não citarmos a formação de produtos tóxicos ao nível dos intestinos.
Quanto às matérias gordas, o mais significativo prende-se com dificuldades na circulação sanguínea e na fadiga do coração.

Como se evita a Azia?


Azia é uma sensação de queimadura no esófago. A dor geralmente eleva-se até o peito e pode irradiar até o pescoço e garganta. A sensação de queimadura é causada pela exposição do esófago ao conteúdo ácido do estômago. Azia também foi identificada como uma das causas de asma e tosse crónica.

Recomendações para evitar a azia:

-Faça refeições mais leves. Sente-se e coma sem pressa, mastigando bem os alimentos;

-Não pratique exercícios físicos, nem se abaixe ou se curve após as refeições;

-Evite beber durante as refeições. Bolo alimentar mais consistente tem menor probabilidade de causar refluxo;

-Não use cintos ou roupas apertadas na região do abdómen;

-Tente perder peso. A obesidade pode aumentar a incidência de azia;

-Evite chás, café, refrigerante tipo cola e cafeinados, bebidas alcoólicas, chocolate, frutas cítricas, hortelã, tomate e molho de tomate, alimentos apimentados e comidas gordurosas. Procure analisar os alimentos ingeridos antes das crises para identificar os possíveis causadores dos sintomas;

-Não fume;

-Evite refeições perto do horário de deitar-se. Durma com travesseiros mais altos ou eleve a cabeceira da cama com um bloco de madeira, por exemplo;

-Antiácidos podem aliviar os sintomas, mas o seu uso excessivo deve ser sempre evitado, especialmente por portadores de glaucoma, diabetes, doenças cardíacas porque o sal neles contido pode elevar a pressão arterial.

5 - Comem-se muito cozidos, fritos ou assados


Cozer, fritar ou assar muito os alimentos, é tirar-lhe e destruir-lhe as vitaminas, proteínas, fermentos ou enzimas, assim como a redução dos teores de sais minerais ou da frescura dos vegetais, devido a processos de fotossíntese.
A perda em valor nutritivo é algo de constante quando se cozinha. Todo o tratamento pelo lume equivale a um empobrecimento de alimentos preciosos e de alimentos vitais primitivos. Quando é aconselhável preparar os alimentos através do calor, como, por exemplo, as batatas ou os produtos à base de cereais, torna-se necessário prepará-los antecipadamente, tal como cozer as batatas com pele (já que as matérias minerais, a vitamina c e os prótidos encontram-se directamente na própria pele), os cereais, através de uma ligeira fervura.

4 - Come-se grande variedade na mesma refeição


Aqui devemos ter em atenção o que se referiu no 1º ponto, compreendendo-se assim, como é prejudicial absorver na mesma refeição alimentos que vão ficar no estômago de 1 a 8 horas. A longo prazo um estômago que seja obrigado a suportar um trabalho tão esgotante, não poderá segregar os sucos gástricos necessários. Portanto, os alimentos não podem ficar suficientemente "tratados", ficando a fermentar durante mais tempo, em virtude da falta de sucos digestivos. Cria-se assim um terreno propício a possíveis doenças do estômago.

3 - Come-se muito Rapidamente


Aqui está um dos maiores erros e dos mais frequentes que cometemos, que vai sobrecarregar de maneira considerável os órgãos digestivos. Os alimentos devem ser completamente triturados, daí termos uma dentição apropriada para isso e constituída por dentes: incisivos, caninos e molares.
Se nos alimentarmos de forma brusca e rápida, a primeira fase natural do processo de digestão é claramente retardada, pois os hidratos de carbono são empurrados para o estômago sem que antes tenham sido "atacados" pela saliva. Tal situação vai provocar uma sobrecarga das glândulas do estômago, que, desta forma, são obrigadas a um trabalho suplementar para reduzir os alimentos em finas partículas.

Diferencie as gorduras

Monoinsaturados: são as mais recomendáveis, já que diminuem o colesterol «mau» e respeitam o «bom». Estas gorduras encontram-se no azeite, no amendoim, no abacate, nas avelãs e nas amêndoas.
Poliinsaturados: diminuem tanto o colesterol «mau» como o «bom», pelo que não é recomendável ingeri-las em grande quantidade. Estão presentes nos óleos de cártamo, girassol, milho e soja, bem como nos peixes azuis e nos frutos secos.
Saturadas: aumentam o colesterol no sangue e o risco de enfarte ou acidente vascular cerebral. Encontram-se na manteiga, na margarina, no toucinho, na banha, nos oleosa de palma e de coco, nos produtos lácteos (natas, leite condensado, queijos gordos), nos enchidos e nas carnes gordas.

2 - Come-se em Grande Quantidade


STOP ao excesso alimentar, cujas consequências mais visíveis é a obesidade. Hoje, na nossa sociedade, come-se não necessariamente por termos fome, mas porque são horas do pequeno-almoço, almoço ou jantar...
Tudo isto parece correcto. Porém, como já várias vezes foi dito, a absorção dos alimentos tem como finalidade produzir calor e energia, que irão estimular o crescimento e activar-nos para a vida diária. Por outras palavras: a absorção dos alimentos deveria, sempre que possível, corresponder às necessidades energéticas detectadas pelo nosso organismo. Se há excesso, ele está preparado para fazer um certo armazenamento, que pode ser bastante útil, ou para eliminá-lo, se notar que ele pode ser prejudicial ao seu funcionamento.
No quadro que apresento em baixo, pode-se ver, quais as necessidades calóricas de um adulto em função das suas características morfológicas.
Muito cuidado com os alimentos " atractivos " devido ao seu aspecto, tais como bolos com e sem creme, gelados etc..., que nos fazem cair num processo de obesidade, fazendo circular no organismo quantidades de matérias de alto valor nutritivo mas de inutilidade total. O fígado deveria "queimá-las" e os rins "eliminá-las" por completo. Porém, tudo é impotente perante tal avalanche de alimentos, e enquanto isto, a obesidade começa a alastrar!

1 - Come-se com muita Frequência


Na maior parte dos casos, o simples facto do alimento ser apresentado de maneira atraente, e logo quando entra na boca, provoca no nosso organismo um fenómeno reflexo independente da nossa vontade e que faz activar os primeiros mecanismos da digestão. As glândulas salivares entram em actividade, transformando os hidratos de carbono em açúcar de amido, enquanto o suco gástrico prossegue a actividade de degradação dos alimentos através das inúmeras glândulas do estômago, cujos músculos activam-se para os triturar antes da sua progressão no próprio aparelho digestivo.
É muito importante saber-se quanto tempo ficam no estômago os vários tipos de alimentos que ingerimos:
DE 1 A 2 HORAS – Água, Chá, Café, Cacau, Ovos, Leite....
DE 2 A 3 HORAS – Ovo cozido, Peixes, Pão, Saladas verdes, Batatas, Leite fervido....
DE 3 A 4 HORAS – Arroz, Açúcar, Carne em geral.....
DE 4 A 5 HORAS – Carnes fumadas, Alimentos com muita gordura, Legumes em cru.....
DE 5 A 8 HORAS – Sardinhas, Enchidos, Carnes com grande teor de gordura....
Como podemos verificar, o processo de digestão dura períodos diversos e a lição que devemos tirar de tudo isto, é a da necessidade de nos esforçarmos por deixar um certo tempo livre para que os mecanismos do estômago possam preparar devidamente a melhor assimilação dos alimentos, pois há ainda que ter atenção toda a complexa intervenção dos sucos de natureza química, que são, ao fim e ao cabo, os principais intervenientes do processo final da digestão.
O tempo total em que os alimentos estão no organismo, (até à sua completa eliminação) pode durar de 21 a 26 horas e, logo de início, o sangue mobiliza-se quase na sua totalidade para cooperar na assimilação alimentar. Os glóbulos brancos controlam a chegada dos alimentos ao tubo digestivo e, por sua vez, os vermelhos asseguram o respectivo transporte, assim como do oxigénio, sendo os resíduos do metabolismo celular dirigidos para os rins, fígado, e mesmo para os pulmões, sob a forma gasosa.

Os 7 Grandes Erros na Nossa Alimentação

Não existe qualquer dúvida em se concluir que se come...
1 - Com muita frequência
2 - Em grande quantidade
3 - Muito rapidamente
4 - Com grande variedade de coisas na mesma refeição
5 - Alimentos muito cozidos, fritos ou assados
6 - Excesso de proteínas de origem animal e de matérias gordas
7 - Alimentos frescos em quantidade reduzida e que contenham o seu valor nutritivo

Os benefícios do azeite para a saúde

O azeite virgem é um sumo de fruta 100% natural, que conserva o sabor, aroma, vitaminas, antioxidantes e todas as propriedades da azeitona.
O azeite é rico num tipo de gordura saudável (gordura monoinsaturada), que reduz o colesterol «mau» (LDL) no sangue, mantendo o nível do colesterol «bom» (HDL). Deste modo, permite um equilíbrio saudável entre estes dois tipos de colesterol.
O colesterol «mau» deposita-se nas paredes internas das artérias, estreitando-se e causando aterosclerose, que pode conduzir a um enfarte do miocárdio e a paragem cardíaca. O colesterol «bom», pelo contrário, protege-nos do enfarte. Pelos seus efeitos saudáveis sobre a gordura do sangue, o azeite diminui o risco de enfarte cardíaco.
Por outro lado, devido ao seu alto teor em ácidos gordos monoinsaturados, o azeite também é aconselhado na diabetes, influenciando os valores do açúcar e gordura no sangue.
No que se refere ao aparelho digestivo, o azeite é bem tolerado pelo estômago. Diminui a secreção de ácidos gástricos, o que produz efeitos muito positivos nas úlceras do estômago e do intestino delgado.
Além disso, o azeite tem um efeito preventivo na formação de pedras e actua como auxiliador da digestão.
Também pode proteger de alguns tipos de cancro, particularmente o da mama.

Diferença entre Diet e Light

Diet: alimento para ser usado numa dieta específica (exemplo: diabéticos, hipertensos etc). Um alimento diet pode ter apenas redução na quantidade de açúcar ou de sal, sem que isso diminua muito o valor calórico. Os alimentos sem sal têm, normalmente, o mesmo valor calórico do que o similar com sal.
Light: alimento que sofreu alguma modificação de forma a levar uma redução no teor de calorias totais. Exemplo: alimento desnatado ou semidesnatado, com redução total ou parcial no teor de açúcar de forma a diminuir o total de calorias.

Como deve ser o jantar

De um modo geral, o jantar deve ser uma refeição "leve", constituída de alimentos de fácil digestão, e em quantidades moderadas ou pequenas, dependendo das necessidades de cada um. Sendo assim, deve-se usar preferencialmente, nessa refeição, massas com pouca ou nenhuma gordura (exemplos: pão branco ou integral, macarrão com molho sem gordura, arroz, tortas assadas com pouca gordura no preparo etc), acompanhadas por vegetais na forma de saladas, patês, cremes, sopas, guisados ou refogados preparados com pouco óleo etc. As frutas podem ser acrescentadas ao jantar puras ou na forma de sucos, mas não devem substituir totalmente as hortaliças, uma vez que, normalmente, são mais ricas em açúcares, tendo assim maior valor calórico.
Não se esquecer que uma fonte de proteína é importante para o equilíbrio da alimentação; assim, é necessário acrescentar um pouco de carne ou de laticínios (leite, iogurte ou queijos), dando preferência sempre aos que contêm pouca gordura (carnes magras ou queijos brancos). Produtos à base de soja também podem ser usados, em combinação às massas, como substitutos da carne. Resumindo, a substituição do jantar por lanches pode favorecer o surgimento da obesidade e outros problemas relacionados a uma alimentação desequilibrada, sendo uma prática que deveria se restringir a dias em que não seja possível o preparo de uma refeição adequada. Normalmente, os lanches são constituídos por alimentos de grande concentração calórica, ou seja, grande quantidade de calorias em pequenas quantidades. Um lanche pequeno (exemplo: uma coxinha com um copo de refrigerante ou suco) é, normalmente, mais calórico e menos nutritivo do que um prato de comida normal.

Alimentos ricos em Ferro



O ferro é essencial para a boa saúde do seu sangue durante toda a vida. Para, garantir um fornecimento diário regular deste mineral, coma bastantes legumes verdes e alimentos ricos em proteínas. Consuma alimentos frescos com vitamina C par a que o seu organismo possa absorver adequadamente o ferro.

Como se calcula a Obesidade nas Crianças?

O diagnóstico de excesso de peso e de obesidade em função do IMC em crianças e adolescentes não é aplicável com as regras do adulto, devido às características dinâmicas dos processos de crescimento e de maturação que ocorrem durante a idade pediátrica.
Contrariamente ao adulto, em que é possível definir exactamente a pré-obesidade e a obesidade, na criança e no adolescente, com as velocidades de crescimento que registam, em ambos os sexos e com uma enorme variabilidade inter e intra-individual, tal não é possível.
Assim, o valor do IMC em idade pediátrica deve ser percentilado e tem como base tabelas de referência:
Valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 85 e inferiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico da pré-obesidade;

Valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico da obesidade.

Nutrientes essenciais


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Excesso de peso nos adolescentes

A prevalência de excesso de peso tem-se incrementado de forma importante nas últimas décadas até chegar a constituir, actualmente, um dos problemas de saúde mais importantes na adolescência, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento. Por outro lado nos países desenvolvidos os jovens apresentam uma tendência crescente para se preocuparem com o peso, e, consequentemente, põem em prática frequentemente comportamentos para o seu controle, alguns dos quais podem pôr em risco a sua saúde.
Para perceber esses comportamentos, foi realizado um estudo descritivo, de prevalência de excesso de peso na população de adolescentes do Concelho de Braga. Estudou-se a associação do excesso de peso com o sexo, a idade e o nível sócio-económico. Este estudo permitiu também obter informação dos comportamentos para perder peso – dieta, actividade física, indução do vómito, uso de comprimidos e uso de laxantes.
A metodologia consistiu na aplicação dum questionário e na medição do peso e altura a alunos de uma amostra aleatória de turmas e de escolas do ensino básico e secundário do Concelho de Braga.
Participaram no estudo 452 alunos (54,4 % rapazes e 45,6% raparigas) de idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos. A prevalência de excesso de peso foi de 22,8% (IC95%, de 18,9 a 26, 7%). A proporção de alunos com desejo de perder peso foi de 40,5%. A proporção de alunos que já tentaram perder peso foi de 26,8%. A proporção que já fizeram dieta para perder peso foi de 16,6%. Responderam estar a fazer dieta actualmente 6,2%. A proporção de alunos que afirmam praticar actividade física foi de 61,5%. A proporção de alunos que praticam comportamentos purgativos e de que tomam comprimidos foi de 5,8%.
A elevada prevalência de excesso de peso e a pratica de comportamentos não saudáveis para perder peso permite concluir sobre a importância de programas de intervenção dirigidos à promoção da saúde e à prevenção de excesso de peso e de comportamentos não saudáveis de controlo de peso.

Genética pode explicar anorexia nervosa

A genética desempenha um papel importante na anorexia nervosa, segundo um estudo publicado no Archives of General Psychiatry. Um estudo conduzido por investigadores da University of North Carolina, EUA, com gémeos, na Suécia, mostrou que 56% do risco de desenvolver distúrbios alimentares tem como base o histórico familiar. Outros factores não específicos desencadearam a perturbação em 44% dos casos. "A anorexia é um distúrbio psiquiátrico moderadamente hereditário que pode ser previsto pela presença precoce de neurose, caracterizada por baixa auto-estima, instabilidade emocional e sentimentos de depressão, ansiedade e culpa", afirmaram os cientistas. As conclusões foram tiradas após a análise de um banco de dados do histórico de saúde de mais de 31 mil gémeos entre 1935 e 1958.

Obesidade e Desnutrição


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Um peso Saudável

O seu Índice de Massa Corporal (IMC) pode ser calculado dividindo o seu peso em quilogramas pelo quadrado da sua altura em metros. Se sua IMC está abaixo de 20, você está abaixo do peso. Você deve ter cuidado para não perder mais peso e deve consultar um médico. Se sua IMC está entre 20-25, seu peso está adequado para sua altura. Se sua IMC está entre 25-30, você esta um pouco acima do peso. Se o seu IMC está acima de 30 você está acima do peso e deve considerar uma dieta ou sua saúde irá ser prejudicada. Com o IMC maior do que 30 existe um risco maior para várias doenças, incluindo as doenças coronárias, hipertensão, alguns cancros, diabetes, problemas músculo-esqueléticos, disfunções reprodutivas e doença da vesícula biliar.

Cerveja tem efeito anti-inflamatório


Beber cerveja actua positivamente sobre os processos inflamatórios e algumas doenças crónicas, de acordo com um estudo divulgado pela Innsbruck University School of Medicine, na Áustria. Segundo um comunicado de imprensa da equipa de investigadores, liderada por Dietmar Fuchs, as experiências realizados com células sanguíneas demonstraram que a cerveja pode bloquear algumas infecções e doenças crónicas. Os autores do estudo, realizado na secção de biologia química da universidade austríaca, asseguram que a cerveja parece aumentar a produção da chamada "hormona da felicidade", a serotonina, um neurotransmissor que exerce um papel importante no humor. O estudo também confirmou que a ingestão de cerveja tem um efeito tranquilizante sobre quem a bebe. Os cientistas destacam, no entanto, que o facto de beber cerveja não implica necessariamente a ingestão de bebidas alcoólicas, dado que o efeito positivo do sumo de cevada também se faz notar quando este não contém álcool. As substâncias contidas nos extractos de cevada parecem ter um impacto parecido ao que se atribui ao vinho tinto, ao chá verde e ao preto no organismo, cujo efeito positivo para a saúde, reconhecido cientificamente, prende-se com a prevenção das doenças coronárias.

Amamentação


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O que é o Refluxo Gastrointestinal?

O refluxo gastrointestinal é o retorno do fluxo de suco gástrico e/ou conteúdo no duodeno (ácido biliar; suco pancreático) até o esófago. Geralmente o refluxo gastrointestinal é devido à incapacidade do esfíncter esofágico inferior(EEI).
A regurgitação gástrica é uma extensão desse processo com volta do fluxo até a faringe ou boca. A azia é um sintoma do ácido no esófago, caracterizado por sensação de queimadura. Azia ocasional é comum e não necessariamente significa que a pessoa tenha doença do refluxo gastrointestinal. Porém, pessoas com azia mais de uma vez por semana estão sob o risco de desenvolver a doença do refluxo gastrointestinal. Hérnia hiatal, embora geralmente assintomática, é um factor de risco para o desenvolvimento da doença do refluxo gastrointestinal.

Sintomas da doença do refluxo gastrointestinal: O sintoma mais proeminente da doença do refluxo gastrointestinal é azia, a sensação de queimadura no peito vinda de baixo para cima até a boca, causada pelo refluxo de material ácido do estômago e esófago. Pessoas com refluxo gastrointestinal também tendem a ter a sensação de gosto azedo ou salgado na garganta devido à regurgitação.
Causas da doença do refluxo gastrointestinal: Ter doença do refluxo gastrointestinal indica incapacidade do esfíncter esofágico inferior. Acidez elevada ou muita produção de ácido gástrico pode contribuir para o problema, assim como a obesidade e gravidez. Outros factores que podem contribuir para a doença do refluxo gastrointestinal são hérnia hiatal, síndrome de Zollinger-Ellison, hipercalcemia e esclerose sistémica.

Ingerimos vitaminas nas quantidades ideais?

O estilo de vida moderno contribui em muito para que o nosso organismo não tenha a quantidade ideal de vitaminas. No corre-corre do dia a dia não nos alimentamos correctamente e o stress provoca uma descarga de hormonas que atrapalham a acção das vitaminas.
A vitamina C e o complexo B, que são hidrossolúveis (se diluem na água), perdem-se pelo vapor ou pela própria água do cozimento.
O melhor meio de cozimento para preservar as vitaminas antioxidantes dos alimentos são : forno de microondas, vapor e refogamento.


Efeitos colaterais altas doses de vitaminas
A suplementação de vitamina E não é recomendada para pacientes que estejam a receber terapia anti-coagulante, como aqueles com problemas cardíacos. Se estiver a fazer medicação com medicamentos como Coumadin ou aspirina, não utilize suplementos de vitamina E antes de consultar seu médico. A vitamina E, sendo também um anticoagulante, pode exacerbar o efeito anticoagulante no sangue.
A vitamina C em altas doses pode causar diarréia. Pessoas com história de cálculos renais também devem ter cautela ao utilizar suplementos de vitamina C. Outros possíveis efeitos colaterais desta vitamina são dores abdominais, cólicas, náuseas, azia, dor de cabeça, sangramento nasal, rubor facial e mucosa seca. O beta-caroteno, se utilizado por pessoas que ingerem bebidas alcóolicas, pode intensificar as lesões hepáticas causadas pela utilização de álcool. Desta forma, aqueles que bebem muito álcool devem evitar os suplementos de beta-caroteno.
As vitaminas hidrossolúveis ingeridas em altas doses são eliminadas pela urina e raramente causam intoxicação. Já as lipossolúveis vitaminas A e D podem causar sérios problemas de intoxicação quando tomadas em altas doses. Não utilize suplementos de vitamina A, que é altamente tóxica, a não ser por indicação médica.